Terça-feira, Novembro 24, 2009

Obvialidades

Postado por Raysla Camelo |

A caminho do restaurante, no horário de almoço do serviço:
- O cara não sabe o que faz, pô, se casa ou compra uma bicleta!
- Você já decidiu, né?
- É, mas pra minha esposa foi mais fácil. Ela não sabe andar de bicicleta.

É... ele fica comentando esse meu segredo vira e mexe.

Segunda-feira, Outubro 26, 2009

Novidade quentíssima!

Postado por Raysla Camelo |

Todas as terças-feiras Raysla Camelo ajuda duas amigas a manterem um caldeirão fervente:

"
Aqui se fala de tudo. Dentre outras coisas, sexo. Fale-se muito de sexo. Puritanos, virgens, mal humorados e mal comidos, não percam seu tempo. Ou percam!
Aos pornográficos, isso não é lugar de perversão.
As verdades ditas aqui nem sempre são as verdades das que escrevem (ou são!). Ferva de curiosidade!!"

Ah, vai, não custa nada dar uma olhadinha no Dos que Fervem! Acabou de ir para o forno e está sem planos de sair de lá.


Segunda-feira, Outubro 19, 2009

Sobre a minha não-freqüência em escrever

Postado por Raysla Camelo |

Eu escrevo por gostar, mas não posso dizer que escrevo pra mim. Eu raramente releio os meus amontoados de palavras. Talvez seria mais correto dizer que escrevo por mim, por sentir um prazer tão intenso quanto comer chocolate ao leite com uva passas.
Porém eu sou brasiliense, não tenho mar e o Lago não tem onda. O barco da [ins]piração fica parado. As idéias vivem dentro dele, algumas nascem, crescem e morrem sem terem existido de fato. A vida passa, mas passa ali mesmo, quieta, parada, presa em toda liberdade que a natureza sugere.

Vontade de escrever eu tenho, mas não tô sabendo como remar, compreende?

Sábado, Outubro 10, 2009

Saudade

Postado por Raysla Camelo |

Você nunca sabe qual será o último momento. E eu, eu não seria tão clichê a ponto de repetir o que a gente já nasce escutando: “aproveite sempre cada momento da sua vida, porque pode ser o último”, mas eu não posso deixar de pensar nisso. Você também não.
É bom ter sorte, a sorte de deitar a cabeça no travesseiro e lembrar que a última vez que viu o seu avô ele oferecia as balas para chupar durante a última viagem de volta pra casa. E lembrar que a sua avó estava muito feliz em sua festinha de aniversário, insistindo para que todos comessem, falando que ninguém podia ir embora antes dos últimos parabéns.
É por isso que é tão bom ser feliz em qualquer tempo. Quando você for embora a certeza de que se lembrarão dos seus sorrisos e bom ânimo ficará.
A saudade aperta sempre que se coloca a cabeça no travesseiro. Mesmo depois de muito tempo o olho ainda insiste em chorar. Mas há a alegria inenarrável de se lembrar do sorriso de quem se foi, o sorriso que permanecia na face mesmo se não estivesse sorrindo.
É por isso que é tão bom ser feliz em qualquer tempo.
É por isso que eu sou feliz.

Segunda-feira, Setembro 28, 2009

Questão de consciência!

Postado por Raysla Camelo |

Em memória dos golfinhos da Dinamarca.
Descansem em paz!

(Para alimentá-los, basta um clique do mouse na água! É engraçado!)